Dicas do Especialista



  Tubulação Hidráulica

  Montagem das conexões BSP / tubo rosqueado

  Acoplamento tubo / conexão com rosca NPT

  Diferença entre rosca BSP e NPT

  Roscas paralelas


  Roscas para vergalhões


  Tubos

 
 Vibrações

  Incrustações

  Golpe de aríete


  Vedantes mais usados

  Chave para tubos


  
Óleos para corte de metais

  
Considerações importantes

  ● Não deixe os tubos sem proteção. Lembre-se de que a chuva pode iniciar a ferrugem.
  ● Não deixe desprotegida a rosca dos tubos., Lembre-se de que o ato de rosquear retira a cobertura galvanizada.
  ● Não utilize tubos cujas roscas apresentem marcas de impacto. Lembre-se de que o amassamento nos fios prejudica a vedação.
  ● Não utilize conexões (luvas, etc) cujos fios da rosca estejam enferrujados. Lembre-se: ela é responsável pela vedação.
  ● Não rosqueie a conexão até o fim da rosca. Lembre-se de que no final da rosca os fios são incompletos. Lembre-se de que as roscas das conexões são projetadas para o diâmetro da rosca. Lembre-se de que quando as conexões são forçadas até o fim, sofrem força de distenção do material e isso pode causar rompimento da peças.
  ● Não utilize em excesso o material vedante. Lembre-se de que o fator de vedação é forte na junção dos fios da rosca do tubo com os fios da rosca da conexão. Lembre-se de que o vedante é para corrigir as imperfeições dos fios da rosca.
  ● Não utilize chaves incorretas nem alavancas para aumentar a força de aperto. Lembre-se de que para cada diâmetro de tubo a rosca foi projetada para um determinado torque e uma determinada penetração conexão X tubo.
  ● Não utilize ferramentas que danifiquem a cobertura galvanizada. Lembre-se de que tal cobertura é responsável pela proteção do tubo.
  ● Não utilize cossinetes de baixa qualidade. Lembre-se de que eles são responsáveis pelo formato e pela perfeição dos fios da rosca.
  ● Não utilize parafina, banha, óleo queimado ou produtos desconhecidos para rosquear. Lembre-se de que o ato de rosquear exige óleo que lubrifique e resfrie simultaneamente. Lembre-se de que rosquear é diferente de usinar e que produtos inespecíficos podem contaminar internamente o tubo e causar desgaste rápido dos cossinetes.
  ● Não faça rosca em tubos cujas pontas estejam fora de esquadro. Lembre-se de que o corte no tubo tem que ser perfeito e no esquadro. Tubos com corte “torto” quando rosqueados terão roscas fora de padrão e não oferecerão segurança e estanqueidade. Tubos cortados com maçarico não devem ser rosqueados devido a dureza que adquirem com o calor.
  ● Não deixe rebarbas internas no tubo. Lembre-se de que elas são responsáveis pela diminuição do fluxo, causam vibrações na linha (cavitação) e aumentam a aposição de sais nas paredes do tubo facilitando o surgimento de incrustações.

  Não utilize:

  
● Cossinetes de péssima qualidade.
  ● Cabeçotes para rosquear junto com o monte de areia.
  ● Cossinetes desgastados ou quebrados.
  ● Velas e parafinas para execução rosca.
  ● Água (na rosqueadeira elétrica) como lubrificante.
  ● Sebo nas roscagens manuais.
  ● Couro de porco.
  ● Graxa.
  ● Óleo mineral.
  ● Óleo solúvel.
  ● Roscas que ultrapassem o comprimento padrão.
  ● Roscas curtas.
  ● Roscas amassadas.
  ● Cânhamo (corda).
  ● Raspar a rosca com serra para que o cânhamo não saia do lugar.
  ● Ponta do tubo com corte fora do esquadro ou cortado com maçarico.
  ● Rebarbas internas.
  ● Uso de cabo de força para aumentar o torque das chaves.
  ● Uso de tubos com roscas enferrujadas.
  ● Mistura de normas; Rosca com cossinetes NPT e conexões com rosca BSP ou vice-versa.
  ● Roscas “folgadas”.
  ● Roscas com excesso de vedante.






 


 

   


   
Copyright 2007 - Todos os direitos reservados :: Desenvolvido por Princípio Comunicação